Uma breve história de como fiquei viciado em Stop

Se tem uma coisa que eu gosto no mundo viciante dos joguinhos eletrônicos é o fato de que qualquer game, seja ele simples ou complexo, pode ser MUITO interessante. Atualmente me encontro envolvido em uma infinidade de universos gamísticos aos quais dou atenção diariamente – e aí podemos colocar minha vila no Clash Of Clans, minhas corajosas cartas no Clash Royale, ou mesmo meu poderoso castelo no Royal Revolt 2 – mas sempre há espaço para algo novo que me envolva completamente.

Eis que em um final de semana aleatório – ou nem tanto, já que foi exatamente entre os dias 18 e 20 de novembro – estávamos minha esposa e eu sem muita coisa pra fazer, e resolvemos brincar de Stop. Pra quem não conhece é uma velha brincadeira na qual uma letra é jogada e você tem que dizer coisas que começam com aquela letra, todas respeitando uma série de categorias (na brincadeira original seriam: nome, cidade-estado-país, cor, alimento, animal, marcas, partes do corpo humano, objeto, time, entre outras, dependendo da imaginação das pessoas que jogam). Algum tempo depois ela sugeriu procurar pra vermos se havia algum aplicativo de Stop pra smartphones, e de fato há.
O aplicativo Stop – Famoso Jogo de Palavras, que foi desenvolvido pela Fanatee Games, está disponível para Android e iOS, e foi justamente esse que instalamos. Ele é freemium, ou seja, grátis, mas com algumas transações in-app.


O jogo deixa você desafiar amigos ou oponentes aleatórios para partidas de Stop, e funciona em turnos: você sorteia uma letra e o jogo de tá cinco categorias. Inicialmente há um minuto para responder, mas se acabar antes é possível puxar a alavanca de Stop e jogar o turno para o oponente.  Quando ele começar a preencher os campos receberá um enorme STOP!!11ONZY!! na tela, e aí o jogo compara as respostas de ambos e inicia uma nova rodada, deixando o ‘mando’ com o oponente, e assim por diante, até um dos dois vencer a melhor de três.
99% das partidas foram contra a minha esposa. Algumas outras foram contra usuários aleatórios


São disponibilizadas três vidas, cada uma sendo recarregada em períodos de meia-hora. Quando é criado um novo desafio se gasta uma vida. Há também moedas no jogo, pra se trocar uma categoria ou letra indesejada, por exemplo. Tanto as vidas quanto moedas extras podem ser adquiridas também por alguns centavos, algo que foi bem pensado.
Olha só essas moedas à venda. Que vontade de comprar tudo!

Enfim, depois de conhecermos a interface, decidimos desfrutar da experiência, e aí a minha esposa divulgou o jogo pra todo o nosso círculo social, principalmente família. Digamos que somente desse grupo a Fanatee ganhou pelo menos uns dez usuários (o que não é grande coisa) em questão de minutos.


Passamos basicamente o fim de semana todo pensando e descobrindo diversas palavras (testei meus conhecimentos gerais e ainda aprendi que Cajon é um instrumento válido com a letra C, e que é uma palavra pouco utilizada no Stop, inclusive). Se não bastasse tudo isso, está aí mais um universo pra eu dar conta de verificar várias vezes ao dia.

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